<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3365676617846829854</id><updated>2012-01-05T01:19:03.851-08:00</updated><title type='text'>Contos de Sílvia Mota</title><subtitle type='html'>Poeta e Escritora do Amor e da Paz</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TK6s5xwkjAI/AAAAAAAACuk/K_mumSdT-mo/S220/23-12-09_0049-3.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3365676617846829854.post-4244937013983687873</id><published>2010-10-19T16:16:00.000-07:00</published><updated>2012-01-05T01:19:03.859-08:00</updated><title type='text'>Sexta-feira treze de agosto</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="background: #000000; font-color: black;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com:80/files/iJlUUxDXnItHPoaTRHZU4jc3dYwLI1TUKRKeb8GCqPaFuhm3CAhpdmJKhjsUnzyzg8SMfDNvJcR1eL0GFGdxnadCeXW2jyE-/austera16contoesta.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Vs9dkVwUP98/TvKmdDFUiVI/AAAAAAAADA8/9GzkVplCQF4/s1600/20b2lm3od2.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://2.bp.blogspot.com/-Vs9dkVwUP98/TvKmdDFUiVI/AAAAAAAADA8/9GzkVplCQF4/s320/20b2lm3od2.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #bbbbbb;"&gt; Ao acordar percebi-o sentado na cama, aos meus pés. Aparência enternecedora e bela, pela estrutura corpórea imaginei-o bem alto, além do que me sorria com a alvura de todas as nuvens juntas. Esfreguei os olhos, ainda sonolentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre assustada e surpresa percebi que era observada por um jovem de estatura mediana, olhos azuis, calça branca caída à cintura, não usava cinto e nem meias, o que me relembrou alguma coisa agradável da infância, mas não saberia dizer o que. Com os olhos, busquei o homem belo e não mais o encontrei. Ao lado da nova aparição, dois espectros entoavam uma canção silenciosa, oferecendo-me ternura e segurança. Sorri levemente e abaixei os olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao elevá-los, novamente, um pequeno ser com várias cabeças olhava para trás; duas erguiam-se com galhardia, sendo uma delas parecida com a de um príncipe encantado e a outra muito feia, embora não fosse ameaçadora e atraía-me em demasia; pendida para o lado, de forma triste, a terceira cabeça exibia traços de um anjo, mas não me preocupei com esta; outra, acovardada, escondia-se atrás do pescoço único, como se fugisse do meu olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instantaneamente, tudo esvaneceu-se e um jovem, mais para gordo do que magro, cor amorenada e olhos rasgados, sorria-me aliciador; às suas mãos um fio de sangue muito puro escorria para dentro de uma ânfora de ouro cravejada de brilhantes e rubis, que se encontrava aos seus pés. Embora fosse tudo meio encantado, não me senti bem ao grito de dor, incontido, que retalhou o meu pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deprimente evento substituiu-se por figura mitológica meio homem e meio ave e por mais feliz que tivesse entrado, logo saiu chorando pela porta, a oferecer lugar a um jovem de baixa estatura e sorriso gostoso e atraente, que ao de repente foi preso a um alçapão e saiu carregado à força da minha frente. Tentei resgatá-lo, mas ao sentir-me ameaçada pelo mesmo perigo, dor pontiaguda atravessou-me as costelas. Antes que pudesse chorar, a imagem homem-ave retornou a consolar-me da tristeza. Permaneceu assim, por mais algum tempo, a alisar-me os cabelos, mas alucinado por um bando de aves que cortava o céu, saíu voando pela janela, num rastro de luz, deixando três ovos dourados ao lado do meu travesseiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exausta, olhei para o lado e percebi um jovem pintor a retratar-me numa tela branca e perfumada. As tintas desciam-lhe diretamente do céu, ao bico de passarinhos, mas a paixão que ardia a cada pincelada confundiam-se aos sentimentos indecisos daquela masculinidade que não se permitia atrair pelo fêmeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que o sofrimento arrebatasse meus sentidos, fui arrebatada pela máscula manifestação de um ente com mais idade, muito belo, envolto numa luz azul que ofuscava meus olhos de tal forma, causando-me a suave impressão de que jamais esqueceria a excitação daquele brilho. Por demais etérea, a visão desintegrou-se à minha frente e dos seus inúmeros pedaços surgiu nuvem muito branca e linda sob a forma de um jovem homem com jeito de menino abandonado, mas que, logo em seguida, para minha surpresa, exalou um cheiro fétido de lodo. Alguns minutos se passaram até que da mesma matéria espalhada pelo chão surgiu outra imagem, mais alta e mais forte e bem mais jovem. Os espectros entreolharam-se com animosidade e a energia daquele olhar refletiu-se na minha alma. Desejei ardentemente que um deles desaparecesse, mas não saberia escolher um. Aos meandros dessa incerteza não consegui detectar detalhes negativos em nenhum dos dois, a não ser em mim mesma. Via-lhes tão somente a luz, nunca a escuridão na qual me envolviam. Mas, a eternidade fez-se inteira naquele momento e tão intensa que somente a angústia alastrou-se pelo meu espírito, a revelar-me o quanto era infeliz aquele quadro. Por mais que os expulsasse do quarto, não se desgrudavam da minha pele, causando-me dilacerante dor no peito ao lado do coração. Quase impotente frente ao ataque repentino, foi necessário ajeitar meu &lt;i&gt;Odyuzu&lt;/i&gt; entre os dedos, unir as mãos em oração e entoar um mantra tão suave quanto enérgico. Somente assim saíram em fuga pela janela os dois angustiados seres, quase ao mesmo tempo. Não sem antes deixarem, cada um, a sua indelével marca. Com meu próprio baton exposto à cabeceira, o mais jovem gravou-me na mente a desconfiança eterna e o outro, malicioso, furtou do ar um pedaço do tempo, que na minha perna direita tatuou-se sob a forma de marca roxa e dorida. Após a negritude imposta, tudo ficou claro e em paz, conquanto vazio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a este embalo que um som musical tomou conta do ambiente, ao mesmo tempo em que imagem sedutora levitava sobre minha cama, a encantar-me. Ao seu simples olhar a Poesia apoderou-se do meu pensamento, esvaíndo-se através dos meus dedos em festa e ávidos pela escrita. Não sei por quanto tempo permaneci a escrever, mas incontida ansiedade invadiu-me por inteiro. Ao instinto de sobrevivência, rapidamente, afastei a imagem do meu foco de visão. Não o fizesse a perderia, pelo coração ainda entregue à saudade. Percebi sua compreensão, conquanto nostálgica, mantendo-se à espreita, sempre atrativa e esperançosa. Não me incomodou a constante presença, porque não me fazia mal, ao contrário, provocou-me olhares ao espelho, para conferir a beleza, por algumas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa! Que acordar confuso aquele! Cansada de vultos e lembranças fechei os olhos. Adormeceria novamente? Estiquei os braços a espreguiçar-me e senti que o trio de ovos dourados ainda permanecia ao meu lado. Precisaria cuidá-los, quiçá para sempre. Cobri-os com meu olhar e o mais puro dos sentimentos. Lânguida, busquei o celular, para situar-me no tempo. Eram 13 horas do dia 13 de agosto – sexta-feira, de um ano exorcizado. Sorri aliviada. Fora tão somente homenageada pelos meus queridos fantasmas do passado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #bbbbbb;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Vs9dkVwUP98/TvKmdDFUiVI/AAAAAAAADA8/9GzkVplCQF4/s1600/20b2lm3od2.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://2.bp.blogspot.com/-Vs9dkVwUP98/TvKmdDFUiVI/AAAAAAAADA8/9GzkVplCQF4/s320/20b2lm3od2.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #bbbbbb;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #bbbbbb;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #bbbbbb;"&gt;&lt;br /&gt;Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz&lt;br /&gt;Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2010 - 15h10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3365676617846829854-4244937013983687873?l=silviamotacontossensuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/feeds/4244937013983687873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3365676617846829854&amp;postID=4244937013983687873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/4244937013983687873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/4244937013983687873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/2010/10/sexta-feira-treze-de-agosto.html' title='Sexta-feira treze de agosto'/><author><name>Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TK6s5xwkjAI/AAAAAAAACuk/K_mumSdT-mo/S220/23-12-09_0049-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Vs9dkVwUP98/TvKmdDFUiVI/AAAAAAAADA8/9GzkVplCQF4/s72-c/20b2lm3od2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3365676617846829854.post-4185521377557109619</id><published>2010-05-08T09:09:00.001-07:00</published><updated>2011-12-21T19:55:21.852-08:00</updated><title type='text'>O amor do primeiro beijo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com:80/files/EO5PFRmbb9Q-8A6aaftV7Bu3tn6ZcrPB6AwvTdZP9mH0KyBskGuM-oB2fvATqHEDnJAofP-4xQE-kbmD29uGUeSYwT06Q7VV/espelhinhodentrodabolsa.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eSX6TW28k-c/TvKovv-Z6HI/AAAAAAAADBU/Pevup5f-reM/s1600/20b2lm3od2.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://1.bp.blogspot.com/-eSX6TW28k-c/TvKovv-Z6HI/AAAAAAAADBU/Pevup5f-reM/s320/20b2lm3od2.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Bela, muito bela, na sala de aula. Apanhou um espelhinho para olhar-se. Mas, o que viu foi o rosto de João e seu sorriso. Não se olhou, mas viu-o. E estremeceu, da cabeça aos pés. Não estivesse sentada, cairia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À saída das aulas fugiu num rebolado trêmulo, mas faceiro. O que se passou naquela cabecinha nem ela mesma poderia decifrar. Muito menos na sua carne, aquela noite. Não dormiu direito. Pela manhã, não tomou nem o café. Mais tarde, almoçou às pressas, vestiu o uniforme. Saia de pregas e blusa branquinha com o logotipo da escola gravado no bolso que lhe tapava o seio esquerdo. Seio adolescente pequeno, lindo, rosado e duro. Passou os olhos na silhueta de contornos recém-inaugurados. Beijou a mãe e pediu a benção ao pai. Saiu correndo e, na esquina, parou para enrolar aquela saia, contra seu desejo, tão comprida. Enrolou-a até acima dos joelhos. Apertou aquela bagunça toda com o cinto largo que lhe espremia a cintura, deixando-a mais fina. Agora, sim. Caminhou sorrindo serelepe, mas diferente dos outros dias. Aquela imagem ao espelho era um fascínio de pudor e fervor da pele. Sentimento estranho aquele. O que seria? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou na sala e, assim que a aula começou, apanhou o espelhinho escondido. Que medo de ver o que desejava ver! E viu. Lá estava aquele sorriso sorrindo-lhe, de novo! Um príncipe encantado! Meleiou a cabeça para ela. O que fazer? Abaixou o espelho rapidamente e segurou o coração com o pensamento. Batia forte no pescoço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Posso falar com você? Acompanhá-la? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, ai, ai... um frio grande pela espinha afora, um arrepio de gosto e medo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu pai... - ameaçou responder, sem ousar fitá-lo nos olhos diretamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei que seu pai é bravo. Mas, quero só ir com você até a esquina... tomaremos cuidado... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não teve coragem de negar pedido a olhar tão sedutor! Os hormônios em alvoroço suplicavam que aceitasse. Mas, falar o quê, se lhe faltava até o ar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminharam lado a lado. As coleguinhas coviteiras iam atrás admirando, invejando ou amaldiçoando, sabe-se lá! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahnnn!!! A partir dalí seu primeiro namorado foi aquele príncipe encantado: loiro e lindo, meigo e doce... Dançaram &lt;i&gt;Se piangi se ridi&lt;/i&gt;, deu-lhe seu primeiro beijo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Aquele beijo... aquele primeiro beijo... Levantou o pezinho esquerdo e, ao enlevo daquele momento, abriu-se o chão, voejou por entre estrelas... Depois, fugiu como um passarinho envergonhado. Beijara seu primeiro beijo! Precisava urgente contar para sua irmã! Não houve nem tempo e nem coragem de dizer ao amado: - Não mais viverei sem você, nunca mais! - Era preciso fugir, só isso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhou, quase correndo. O corpo de menina moça rebolando nervoso, naquele trotar de potranca nova. Medo, só medo! De quem? Sabe-se lá! De tudo! Medo do beijo, do amado, do mundo, do seu pai tão bravo! Medo de si mesma, agora que sentira o sabor do primeiro beijo! Ah! Parecia antever que dali para frente se apaixonaria, sempre, ao primeiro beijo. Por isso, pela vida afora ofereceu tanto cuidado ao beijar. Sofrimento, na certa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com/files/EO5PFRmbb9RBXcPmyFDIi2L3r2NmYrjAQj-4PdNYe3UMZFDNbUCb-fYX2sCITmP1GScj1VbAe3K3LwjSrqlp6Mte58th9yhH/beijo.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eSX6TW28k-c/TvKovv-Z6HI/AAAAAAAADBU/Pevup5f-reM/s1600/20b2lm3od2.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://1.bp.blogspot.com/-eSX6TW28k-c/TvKovv-Z6HI/AAAAAAAADBU/Pevup5f-reM/s320/20b2lm3od2.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Cabo Frio, 2009&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3365676617846829854-4185521377557109619?l=silviamotacontossensuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/feeds/4185521377557109619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3365676617846829854&amp;postID=4185521377557109619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/4185521377557109619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/4185521377557109619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/2010/05/o-amor-do-primeiro-beijo.html' title='O amor do primeiro beijo'/><author><name>Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TK6s5xwkjAI/AAAAAAAACuk/K_mumSdT-mo/S220/23-12-09_0049-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-eSX6TW28k-c/TvKovv-Z6HI/AAAAAAAADBU/Pevup5f-reM/s72-c/20b2lm3od2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3365676617846829854.post-6592573841283740081</id><published>2010-05-08T09:07:00.000-07:00</published><updated>2012-01-05T01:16:22.116-08:00</updated><title type='text'>Meu nascimento</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="color: #999999;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center style="color: #999999;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TL4-Gl0ylEI/AAAAAAAACvc/L8WZooGXf8M/s1600/1951-silviamota-bebe-vohoracio-zizi-1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529925675411215426" src="http://1.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TL4-Gl0ylEI/AAAAAAAACvc/L8WZooGXf8M/s200/1951-silviamota-bebe-vohoracio-zizi-1.jpg" style="height: 200px; width: 167px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-16ES_yFHfLc/TwVpaJj50aI/AAAAAAAADCI/pNRdRrxPJhw/s1600/1c1aa4f25035.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com/files/uS8VBueCR0GDiur*GeFbUaHLxqrqBqER-bHsL5jgweCJnjpzHxwHPRywhQiiJGiqPifRN5jX3sJAEeBUDSoD3uKpnXOhvBD6/FSISPostDivider.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #999999; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-6" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Meu nascimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;span class="font-size-3"&gt;Dois  de dezembro de 1951, 1h46. Nasci. Em casa, parto normal, com 5,250kg  distribuídos em 56cm. Cabelos negros e olhos azuis. Enxoval azul.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;Irrefutável! Gerada a partir de um olhar e de beijos transparentes.  Mãos se tocaram, corpos se enroscaram e sexos se uniram. Era parte  daquele tronco que escorrera leite para dentro de uma flor, da qual  também provinha. Elo em Lei Universal, causa e efeito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;- "Tem crianças novas aí?" - perguntou, a esfregar os olhinhos, a irmã pequenina.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;- "Sim. É uma menininha!" - responderam meus pais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;- "Ahnn!... A cegonha errou!..."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;Ao pensamento da bela loirinha de cabelos encaracolados caídos sobre o  rostinho sonolento, meu nascimento era um grande erro. Mas, não foi esta  a impressão de mamãe e papai. Este, dias antes, sonhara um sonho  diferente. Meu rosto perfazia-se no miolo de uma linda flor. Então,  avisou a todos que o neném ao ventre de mamãe era uma menina e não um  menino como esperavam. Noites depois, outro sonho. Desta vez, visualizou  uma jovem ornada por um vestido dourado, que caminhava, princesa  altiva, no alto de uma montanha. Relatava papai que encantado pela  beleza que se colocava num quase uníssono ao infinito, cobiçava ver-lhe o  rosto. Ansioso, aproximava-se atento a cada movimento elegante daquele  pisar. Mas, o faiscar da desconhecida aparição ofuscava-lhe os sensíveis  olhos azuis. Então, quase que num golpe de piedade, a quase-deusa  olhou-o de frente e aquele fatal olhar demarcou um eterno amor. Quando  crescida, ouvia-o contar que reconhecia em mim o rosto encantador do  sonho. Coisas de pai apaixonado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;Mamãe descrevia meu nascimento  com inigualável beleza: - "No momento em que você veio ao mundo, uma  revoada de pombos saiu pela janela. Foi um barulho de asas plá plá plá  plá plá e uma alegria indescritível apoderou-se de mim... impossível  explicar o que senti!"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="font-size-3"&gt;Ah! Quanta inveja sentia daquela tal  alegria! Bem mais tarde, ao primeiro vagido de cada filho que trazia ao  mundo, vivenciei o milagre, sempre o mesmo. Sempre, inexplicável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #999999;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #999999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #999999;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center style="color: #999999;"&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com/files/uS8VBueCR0GDiur*GeFbUaHLxqrqBqER-bHsL5jgweCJnjpzHxwHPRywhQiiJGiqPifRN5jX3sJAEeBUDSoD3uKpnXOhvBD6/FSISPostDivider.png" /&gt; &lt;br /&gt;Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz.&lt;/center&gt;&lt;center style="color: #999999;"&gt;&lt;span style="color: #ccffff;"&gt;&lt;span style="color: silver; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;Foto: Eu recém-nascida ao colo do meu avô materno e minha irmãzinha,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ccffff;"&gt;&lt;span style="color: silver; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;que depois do meu nascimento caiu de amores, transformando-me em sua bonequinha viva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/center&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="color: #999999;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3365676617846829854-6592573841283740081?l=silviamotacontossensuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/feeds/6592573841283740081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3365676617846829854&amp;postID=6592573841283740081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/6592573841283740081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/6592573841283740081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/2010/05/nascimento-de-maria.html' title='Meu nascimento'/><author><name>Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TK6s5xwkjAI/AAAAAAAACuk/K_mumSdT-mo/S220/23-12-09_0049-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TL4-Gl0ylEI/AAAAAAAACvc/L8WZooGXf8M/s72-c/1951-silviamota-bebe-vohoracio-zizi-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3365676617846829854.post-6360663788923794319</id><published>2009-09-13T10:02:00.000-07:00</published><updated>2011-12-21T20:12:57.185-08:00</updated><title type='text'>Arrogância intelectual e inveja poética!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/S-U_OJnPANI/AAAAAAAACbA/v95TqiUfFVI/s1600/fullsize69.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468846834842534098" src="http://3.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/S-U_OJnPANI/AAAAAAAACbA/v95TqiUfFVI/s200/fullsize69.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; height: 334px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Este texto é um dos 100 primeiros colocados no Concurso Contos Curtos Via Literária 2009,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;num universo de 3517 concorrentes. Publicado em Antologia correspondente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PPknRzGDKvs/TvKuGlgW0GI/AAAAAAAADB4/dyh6wEsMZG8/s1600/20b2lm3od2.gif" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://4.bp.blogspot.com/-PPknRzGDKvs/TvKuGlgW0GI/AAAAAAAADB4/dyh6wEsMZG8/s320/20b2lm3od2.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Divino era “O Invejoso”, por natureza! Poeta, fixara-se em mim-poeta, esquizofrenicamente. Em tudo mereci censuras: fui retrógrado, inábil, mal amado e sonhador, pessimista infeliz e, até, um tarado sexual em potencial, desses que adoram meninas e meninos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, Divino entendesse que o poeta pode ser um fingidor circunstancial, mas não sabia que o poeta nunca engana! E, ao sabor daquela confusão, expunha seu interior, quase sempre sujo e truão. Feio. Meu melhor amigo. Deixo isso bem claro! Gostava dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelas sendas dos 40 encontrava-o nas ruas macambúzio, jururu, voz macia e discurso arbitrário, a atrair moças ermas e carentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia escreveu “O Poeta”, no qual ignorou a significação universal do termo. Sob um título geral, expôs anseios e ações próprios. Restou das suas palavras um poeta robô, tolo que não pensa, não ama, não fode, não goza. Nenhuma virtude, nenhum prazer. Um nada. Noite alta – li e reli. Universalizara suas malquerenças. Quanta arrogância intelectual! Dores, tristezas, incertezas e inseguranças... Em tudo, Divino vomitara nos demais vates! O que entenderia de todos os poetas? Uivo de frustração. Deformidade. Não poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final, surpresa! Oferecera a mim, tal absurdo! Ah! Bufei! Sentei-me e escrevi, incontinenti. Sentimentos, numa rapidez demoníaca, escritos para um Divino carente de lições conexas à humildade poética. Planeei verso a verso, rima a rima, o “eu-poético” daquele abelhudo! Modéstia à parte, pela facilidade extraordinária que ostento para escrever qualquer coisa, foi-me fácil a vingança! Aquilo, sim, era poema! Um decassílabo-sáfico-heróico, observando a sonoridade nas 4ª, 6ª, 8ª e 10ª sílabas poéticas, acentuadas mais fortes, intitulado: “Tu, Poeta!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divino morreu. Acharam-no só, apodrecido, com um monte de folhas brancas a entupir-lhe a garganta. Mesmo brancas, fediam, também! Fico a pensar: inveja mata, mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Releio “Tu, poeta”. Perfeito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não admito arrogância intelectual! Muito menos, entre poetas... amigos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PPknRzGDKvs/TvKuGlgW0GI/AAAAAAAADB4/dyh6wEsMZG8/s1600/20b2lm3od2.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://4.bp.blogspot.com/-PPknRzGDKvs/TvKuGlgW0GI/AAAAAAAADB4/dyh6wEsMZG8/s320/20b2lm3od2.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz&lt;br /&gt;Adaptação do Conto com o mesmo título, escrito em 13 de setembro de 2009 - 13h38min&lt;br /&gt;Ofereço este conto a cada um de nós. Não devemos nos esquecer de que, para cada dedo em riste que apontamos para outrem, existem três outros apontados para nós mesmos. Qualquer semelhança com a realidade é fruto de mera coincidência ou necessidade de ilustração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3365676617846829854-6360663788923794319?l=silviamotacontossensuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/feeds/6360663788923794319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3365676617846829854&amp;postID=6360663788923794319' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/6360663788923794319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/6360663788923794319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/2009/09/arrogancia-intelectual-nao.html' title='Arrogância intelectual e inveja poética!'/><author><name>Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TK6s5xwkjAI/AAAAAAAACuk/K_mumSdT-mo/S220/23-12-09_0049-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/S-U_OJnPANI/AAAAAAAACbA/v95TqiUfFVI/s72-c/fullsize69.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3365676617846829854.post-9179320002720347400</id><published>2009-08-02T18:54:00.000-07:00</published><updated>2011-12-21T19:30:51.620-08:00</updated><title type='text'>Meus versos na madrugada fria...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/S-VAztGkt7I/AAAAAAAACbI/Iu5gCuOmg8M/s1600/meusversosnamadrugadafria-poema.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5468848579536009138" src="http://2.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/S-VAztGkt7I/AAAAAAAACbI/Iu5gCuOmg8M/s200/meusversosnamadrugadafria-poema.jpg" style="height: 300px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele friozinho gostoso... modorra gostosa... um soninho gostoso, interrompido por um barulho ou um desejo qualquer. Acordada, então, ou "quase acordada", permaneci enrodilhada ao meu edredon de oncinha, vestida num &lt;i&gt;babydoll&lt;/i&gt; vermelho, quietinha, a pensar na vida... Os lábios, ainda marcados de ermo baton, mordiscavam de leve o braço esquerdo, a comer o perfume que rescendia do meu corpo, pelo lado do coração... Mas, com aquele frio, enfiada num &lt;i&gt;babydoll&lt;/i&gt;?.. Sim, intimidade; o quê fazer? Eu-mulher subjugo o frio com edredon e, se necessário, envolvo-me num cobertor, ou dois, ou três, ou mais. Mas, Eu-fêmea, ainda que seja para entregar-me aos braços de um sonho sem sexo, conquanto sensual, mimoseio-me com lingerie bonita e rendada. Sou assim e não me quero diferente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele momento, estava só. Algumas palavrinhas poéticas iniciaram uma brincadeira no meu pensamento. Lindas! Inocentes! Soltas! Graciosas! Serelepes! Precisava registrar tamanha beleza! Mas, logo naquele momento? Sairia dali, não. Frio. Muito frio e muita lassidão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha preguiça resmungou, aconchegando-se ainda mais ao edredon: - Ahnnn! Amanhã escreverei este poema...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma voz suave, alertou-me: - Amanhã, terás esquecido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a preguiça preguiçosa retrucou: - Claro que não! Muito bonito, para esquecer! Amanhã, agora não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lembra-te daquela noite, na estrada? Não me destes ouvidos, preferindo cochilar, preguiçosa, ao balanço do carro. Viste no que deu! Nem do primeiro verso te lembravas mais, quando chegaste ao destino!!! E, castiguei-te, escondendo aquela maravilha!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas está frio... e tenho sono... amanhã...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reclamei baixinho, com a língua enrolada, a rebolar o corpo mais para o centro da cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impaciente e quase raivosa, a consciência poética (não sei por qual razão, mantinha-se acordada até aquela hora!) vaticinou: - Tudo bem... Talvez percas, mais uma vez, um pedaço de ti, ou, quem sabe... um pedaço de alguém...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que bastou! Afinal, tanto perdera na vida, por fazer ouvido mouco à minha consciência! Afastei o edredon, devagar... Levantei-me. Pés langorosos arrastados, torpor entorpecido pelo sono... acendi a luz do escritório. Apanhei o primeiro pedaço de papel que vi na minha frente (vi, mesmo?), segurei a caneta lasciva e rabisquei meus versos, que escorreram libertos... Li. Reli aqueles garranchos, rapidamente, porque urgia abraçar a cama. E, reli e gostei e repeti tudo em voz alta. Só mais uma vez... depois iria para a cama... Não é que eu melhorava a cada enlevo? Então, na ânsia incontida de alcançar ouvidos inexistentes, declamei com ardor... e perdi o sono por entre aquele sonho todo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A madrugada sorridente acolheu-me de braços abertos. Encontrara outra solidão, para dividir a sua. E, ao enlevo do luar, escrevemos muitos versos de amor. Rompemos o dia. Ingressamos no dia. A madrugada, nua. Eu, naquele frio, de &lt;i&gt;babydoll&lt;/i&gt; vermelho. O edredon de oncinha? Abandonado, na cama vazia e desfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*******************************************************&lt;br /&gt;Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz.&lt;br /&gt;Cabo Frio, 29 de julho de 2009 - 9h05min.&lt;br /&gt;Reformulado em 5 de abril de 2010 - 5h23min.&lt;br /&gt;*******************************************************&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3365676617846829854-9179320002720347400?l=silviamotacontossensuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/feeds/9179320002720347400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3365676617846829854&amp;postID=9179320002720347400' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/9179320002720347400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/9179320002720347400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/2009/08/meus-versos-na-madrugada-fria.html' title='Meus versos na madrugada fria...'/><author><name>Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TK6s5xwkjAI/AAAAAAAACuk/K_mumSdT-mo/S220/23-12-09_0049-3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/S-VAztGkt7I/AAAAAAAACbI/Iu5gCuOmg8M/s72-c/meusversosnamadrugadafria-poema.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3365676617846829854.post-6788464846533265029</id><published>2009-07-09T19:14:00.000-07:00</published><updated>2011-12-21T19:26:31.927-08:00</updated><title type='text'>Amor Virtual [Capítulo I. Sedução: que voz]</title><content type='html'>&lt;embed align="middle" allowscriptaccess="never" flashvars="pic=15358_w.jpg&amp;amp;fldr=May2010&amp;amp;ww=440&amp;amp;hh=394" height="394" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" src="http://www.crazyprofile.com/water_effect/water.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="440" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tudo iniciou no mundo virtual. Março de 1996. Descobriu-a neófita em coisas da Internet e chegou de mansinho, ensinando-a, pouco a pouco. Ganhou-lhe a confiança, em primeiro lugar, porque nunca perguntou sua idade, o que não acontecia com os demais internautas, que, mal se dirigiam a alguém, lançavam logo a pergunta: “QT anos vc tem?” Sendo a resposta mais de 25, nem existiriam despedidas. Quando muito, um simples: “OK” e um silêncio sorumbático do outro lado. Algumas semanas depois, porque talvez ardessem de curiosidade, mais ela do que ele, a mulher escreveu: “44”. O homem teclou: “43”. A conversa virtual prosseguiu, com uma internauta medrosa de perder mais um possível amigo virtual em razão dos anos corridos nas veias. O que o tempo comprovou, jamais ocorreria.&lt;br /&gt;Foi assim que Flor Morena conheceu Gengis Khan. Aliás, nomes criados pela fantasia dos dois. Elegeu-a Flor Morena, porque meses após o primeiro encontro virtual, anunciou-se ela morena de olhos negros. Elegeu-o Gengis Khan porque, aquele atrevido ousara enviar-lhe uma foto, sem que fosse pedida, de cabelos compridos, amarrados atrás, num rabo de cavalo, o que foi suficiente para estimular-lhe a fértil imaginação, que associou aquela imagem à lembrança de homens misteriosos perdidos num deserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gengis Khan desconhecia a imagem de Flor Morena, enquanto esta passou a ter como ponto de referência a foto-família. Sim, porque o internauta, até então desconhecido, tratou de apresentar-se como mandam as regras do bom homem de família: enviou-lhe uma foto onde aparecia com o primeiro neto ao colo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À época, Flor Morena estava casada; Gengis Khan, descasado. Em pouco tempo, pequenos detalhes de um malfadado casamento deixaram-se escapar por entre as linhas femininas digitadas e apagadas e digitadas de novo. Também, os problemas com a ex-mulher afloravam pouco a pouco. Tênues reclamações, somente para justificar o fato de uma mulher casada conversar com um homem descasado, pela madrugada afora, enquanto o marido dormia, pensando-a somente envolvida com diversões inocentes. A relação marido e mulher da internauta medrosa transformara-se em forte dependência um do outro, com entremeados de violência, cabendo a Gengis Khan suprir aqueles momentos de tristeza e o escolhido bem soube fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro &lt;i&gt;chat&lt;/i&gt;, particular, a convite dele, sentiu-se Flor Morena entrando num motel. O corpo estremeceu, da cabeça aos pés; nas mãos, um suor nervoso; no pescoço, um coração que ritmava quente e, entre as pernas, um sexo que chorava... Medo e excitação. Ternura e fogo. Sua primeira vez... Como adolescentes, os dois. As primeiras palavras, embora tecladas em silêncio, soaram mais alto do que um primeiro roçar de peles. Sensualidade, nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um salto no tempo revela que depois de cinco anos, a partir do primeiro encontro virtual, a doce morena descasou-se. Quando isso ocorreu, o imaginado homem do deserto, que se apresentara descasado à época, casara-se novamente. Desencontro. Desencontro insuficiente para amainar os iniciais jogos de sedução virtual. Na primeira escuta de voz ao telefone, então, quem se impressionou mais com a voz de quem, impossível dizer! Ele: “Parece uma menina!” Ela: “Que voz bonita!” E, aquelas vozes que se atraíam, começaram a se ouvir com mais continuidade. Primeiro encontro marcado e desfeito. Mais outro... e nada! Flor Morena fugia, sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, então, o pacífico Gengis Khan enviou-lhe outra foto, desta vez com os ombros desnudos. Flor emudeceu. Silêncio mortalmento barulheiro. Nem um comentário ao menos, por medo de se perder aos efeitos daquela quase-nudez que, aliás, naquele momento, devido aos seus desejos insatisfeitos, surtia o efeito de nudez-total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite, na cama, o marido dormiu displicente, alheio aquela veleidade toda. Ao seu lado, Flor Morena - uma mulher em fogo - buscando-se em si mesma, num silêncio desesperador, quase incontido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com:80/files/LNCYIdS8Sn1XsK4lIIDCZyY1E5Fk*KmttrgpsRfmBBxtbwbIf-lBii4Pdge2iujIfiZtZCNAMc6YA45SAXm76ImFXc8uzfCa/PINGENTEROSAVERMELHA.gif" /&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com:80/files/LNCYIdS8Sn1XsK4lIIDCZyY1E5Fk*KmttrgpsRfmBBxtbwbIf-lBii4Pdge2iujIfiZtZCNAMc6YA45SAXm76ImFXc8uzfCa/PINGENTEROSAVERMELHA.gif" /&gt;&lt;img alt="" src="http://api.ning.com:80/files/LNCYIdS8Sn1XsK4lIIDCZyY1E5Fk*KmttrgpsRfmBBxtbwbIf-lBii4Pdge2iujIfiZtZCNAMc6YA45SAXm76ImFXc8uzfCa/PINGENTEROSAVERMELHA.gif" /&gt;&lt;br /&gt;Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz&lt;/center&gt;&lt;center&gt;Cabo Frio, 9 de julho de 2009  &lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3365676617846829854-6788464846533265029?l=silviamotacontossensuais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/feeds/6788464846533265029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3365676617846829854&amp;postID=6788464846533265029' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/6788464846533265029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3365676617846829854/posts/default/6788464846533265029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://silviamotacontossensuais.blogspot.com/2009/07/seducao-que-voz.html' title='Amor Virtual [Capítulo I. Sedução: que voz]'/><author><name>Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_rMNbbbYpGgo/TK6s5xwkjAI/AAAAAAAACuk/K_mumSdT-mo/S220/23-12-09_0049-3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
